Curso Formação Completa De Osteopatia

Destalhes do Curso

OSTEOPATIA  

Criada pelo Dr. Andrew Taylor Still nos Estados Unidos. Após sua formação em medicina, Still tornou-se cirurgião e trabalhou como tal na guerra de secessão. Nesse período, ele se questiona sobre sua impotência para aliviar e tratar alguns dos feridos e resolve estudar profundamente Anatomia e Fisiologia para entender melhor o funcionamento do corpo humano. Decidiu então estudar anatomia in vivo e não nos livros, que ele já dominara. Determinou os quatro princípios fundamentais da Osteopatia: A ESTRUTURA GOVERNA A FUNÇÃO; A UNIDADE DO CORPO; A AUTO CURA; A LEI DA ARTÉRIA.  

É uma prática tão concreta, que tem a recomendação e incentivo da OMS (Organização Mundial de Saúde) como prática de saúde. Dentro da filosofia osteopática a importância dada aos processos naturais do corpo é enorme e, por esse motivo, grande parte dos conceitos osteopáticos e mesmo seus procedimentos de tratamento são pautados nos mecanismos reguladores do sistema nervoso central e autônomo (http://www.youtube.com/watch?v=3JMEozt6eZc).  

HISTÓRIA E LEGISLAÇÃO    

A Osteopatia nasceu como uma especialidade médica e com o passar do tempo ganhou autonomia de curso superior em vários países. No Brasil, para poder fortalecer e fiscalizar seu exercício foi reconhecida como especialidade do Fisioterapeuta, pela RESOLUÇÃO Nº. 220, DE 23 DE MAIO DE 2001.  

Em cada país existe uma regulamentação diferente sobre o ensino e exercício da Osteopatia, abaixo algumas considerações:

 1 - O Título de D.O. em Osteopatia, reconhecido pela International Osteopathic Association, significa Diplomado em Osteopatia (algumas pessoas confundem com Doutorado). No Brasil não tem validade profissional ou acadêmica.

2 – Somente poderá cursar Osteopatia no Brasil um profissional ou estudante de Fisioterapia.  As normas e regimentos internacionais ligados a Fisioterapia podem ser acessados na WCPT – World Confederation of Physical Therapy.  

3 – O Registro Brasileiro de Osteopatas, é uma sociedade civil com objetivo de transformar a Osteopatia em Profissão, portanto desvincular da Fisioterapia. A EBRAFIM é contra esta mudança e apoia a posição do COFFITO em mate-la como especialidade da Fisioterapia. Acreditamos que o crescimento da Osteopatia no Brasil, pode ser maior ligado à Fisioterapia, considerando que tem o “movimento”, como seu principal objeto de estudo.  

4 - Em 2012, o COFFITO definiu critérios para o reconhecimento de especialidades em Fisioterapia (Clique aqui), incluindo a Osteopatia. No edital de inscrições o pré-requisito exigido foi de 2 anos de inscrição profissional (Clique aqui), (clique aqui).  

5 - Os títulos Lato Sensu (RESOLUÇÃO N° 1, DE 8 DE JUNHO DE 2007) ainda são os mais procurados para comprovação de especialização, pois são aceitos como Título Acadêmico e podem contar pontos em provas de concursos públicos (quando isto é previsto no edital).   

6 - Recentemente o TRF4 reconhece a Osteopatia como especialidade do Fisioterapeuta, o que fortalece o exercício deste trabalho, além das Resoluções do Conselho Federal de Fisioterapia (clique aqui).     

FONTE: Escola Ebrafim


FORMAÇÃO COMPLETA EM OSTEOPATIA** ESTE CURSO É RECOMENDADO PELA ABRAFIM - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FISIOTERAPIA MANIPULATIVA



Este curso pode se aproveitado como Especialização Lato Sensu



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Profissionais  da área de Fisioterapia



Para confirmação da turma é necessária a a matrícula e pagamento de um número mínimo de alunos. No caso de adiamento ou cancelamento do curso o valor pago será restituído de forma integral.  


OSTEOPATIA CONCEITO E DEFINIÇÃO



O movimento é reconhecido como uma das maiores necessidades físicas de uma vida saudável. Qualquer organismo vivo precisa de função para manter sua fisiologia. O termo homeostasia vem sendo substituído pela homeodinâmica, pois em um sistema de adaptações constantes e caórdicas, o movimento é a única forma de sobrevivência. A Osteopatia é a ciência que procura entender o movimento sob todas as suas formas de expressão. Considerando, que em qualquer doença existe um claro prejuízo da função de um órgão ou de uma estrutura, a Osteopatia busca compreender e normalizar seus movimentos e liberar qualquer tipo de restrição seja ela articular, visceral, neural ou fascial.  Embora a Osteopatia tenha nascido da medicina e ao longo de sua trajetória recebido status de profissão em muitos países da Europa, foi na Fisioterapia que encontrou a identidade ideológica que permitiu seu avanço nos campos do conhecimento e da ciência. Osteopatia não é uma técnica. É uma ciência fundamentada em uma filosofia própria. Seus princípios têm origem nas leis da vida e da natureza. Através das respostas do corpo, busca a compreensão das funções de cada organismo em seu ambiente. É a arte do entendimento da doença para cada indivíduo, sem se importar somente com seus sintomas ou diagnóstico.  



OSTEOPATIA ESTRUTURAL



Nesta etapa dos estudos de Osteopatia, o aluno estuda a anatomia, fisiologia articular, biomecânica e as possibilidades de disfunções de todas as articulações do corpo, desde a cervical alta até os ossos do pé. São ensinados testes de avaliação dinâmica (diferentes de testes ortopédicos), classificação de disfunções de movimento e técnicas de tratamento de manipulação e mobilização articular, técnicas musculares, fasciais, neurais, posturas de alongamento global, exercícios de estabilização segmentar, interpretação de exames de imagem e raciocínio clínico osteopático. É importante destacar que, nesta etapa da formação, o aluno está aprimorando suas técnicas palpatórias, sua percepção manual e aumentando seus conhecimentos fundamentais. Os fundamentos e filosofia osteopática vai aos poucos dominando a forma de analisar os casos clínicos e de como fazer um diagnóstico. A cada paciente atendido as técnicas são executadas com naturalidade e suavidade, gerando o mínimo de estresse ao paciente e de esforço ao terapeuta.  



OSTEOPATIA VISCERAL



Apesar de menos conhecida, a visão da Osteopatia Visceral é fundamental para a atuação clínica do profissional. É preciso compreender a função e disfunção dos sistemas respiratório, digestório, circulatório, genital e urinário. Todos os conhecimentos adquiridos nesta etapa são somados e relacionados com disfunções e sintomas neuromusculoesqueléticos. O Fisioterapeuta Osteopata poderá tratar condições como problemas de estômago, constipação, cólica menstrual, infertilidade, além de entender, que muitas vezes uma dor no ombro pode ter íntima relação com uma disfunção de fígado, por exemplo. Nesta etapa as percepções manuais do profissional já estão mais apuradas e a sensibilidade possibilita diagnósticos cada vez mais específicos .  



OSTEOPATIA CRANIANA



Esta é uma das fases mais conflitantes no estudo de Osteopatia. Além de mostrar ao aluno a capacidade de movimento do crânio, muito discutida pela comunidade médica, é necessário estudar suas relações anatômicas com todos os demais sistemas corporais e com sistema musculoesquelético. É praticamente impossível discutir o trabalho de osteopatia craniana apenas em um plano mecânico, neste momento é importante conhecer e estudar teorias de física quântica, reflexologia, entre outras bases de estudo para uma maior compreensão de seus excelentes resultados de tratamento. As mãos passam a perceber movimentos completamente desconhecidos da maioria das pessoas. Podemos descobrir que a cada técnica aprendida o corpo modifica sua forma de comportamento. O sistema nervoso autônomo pouco estudado pela maioria dos profissionais de Fisioterapia passa a ser essencial para os trabalhos de Osteopata já em fase final de formação.  



OSTEOPATIA PSICOBIOLÓGICA



Este estudo não faz parte da Osteopatia Clássica, entretanto seu entendimento possibilita ir além das restrições teciduais a partir da seguinte questão: Como nossas emoções influenciam nossas células? O aluno tem a oportunidade de conhecer um novo modelo biológico, que explica como cada tipo de conflito emocional que vivemos influencia nossas células, tecidos e nosso Sistema Nervoso Autônomo, de acordo com as 5 Leis de Hamer, proposto pela Nova Medicina Germânica. Todos os conceitos estudados levam em consideração a evolução do homem, da sociedade e a relação de cada pessoa com seu ambiente, permitindo a construção de uma nova hipótese de diagnóstico para qualquer tipo de doença, desde o câncer até qualquer tipo de tendinite.


Nivel: Profissional

Categoria: OUTROS CURSOS POSTURALE

Coordenação: Posturale Cursos

Coordenador(a): Lorena Frange Caldas - Ft

Certificador(a): Ebrafim

Carga horária: 600 horas

Minímo de Alunos: 15

Máximo de Alunos: 40

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Contamos com uma equipe altamente qualificada e com a coordenação da fisioterapeuta, professora e instrutora de Pilates, Dra. Lorena Frange Caldas. Fique á vontade para conhecer tudo sobre a Posturale! A POSTURALE STUDIO PILATES conta com uma equipe altamente qualificada, incansável na busca de aprimoramento para proporcionar o que há de melhor em tratamento e prevenção de problemas posturais.

Todos os profissionais têm como meta diária a excelência em seus serviços, que refletem – na verdade – na filosofia de toda a equipe...

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